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Essa é a proporção média de pessoas que pedem demissão com causas relacionadas à gestão imediata. Este triste dado, repete-se ano após ano, em todo o planeta. Lamentável, mas ainda não apareceram indicadores mostrando o contrário.


A empresa investe em equipamentos, marca, posicionamento, inovação de produtos, recolhe impostos... mas no final das contas, perde seu ativo mais valioso, as pessoas por motivos relacionados à forma com que recebiam liderança.


Importante lembrar que em toda demissão há uma mensagem explícita e outra implícita. A explícita, é a perda imediata de capital humano, capital de relacionamento e de uma quebra, muitas vezes irrecuperável, da rede de conhecimentos que se vai com a pessoa que sai da área ou da empresa.


E a implícita? Essa é mais difícil de mensurar mas fácil de perceber:

  • queda da reputação como ambiente para se trabalhar;

  • redução das chances de a empresa ou área ser indicada no futuro a outros profissionais;

  • diminuição da admiração da marca pela rede de relacionamentos da pessoa que saiu;

  • enfraquecimento do potencial de entrega e de crescimento da área que ficou fragmentada.

  • dificuldade de solidificar qual é a cultura organizacional do lugar.

Perceba que estes itens acima, vão minando o negócio. Reduzindo as chances de atratividade, tumultuando o ambiente dos que ficam e a manchando a reputação da organização na comunidade.


Da mesma forma que a empresa consulta histórico de candidatos às vagas, estes também checam qual é a reputação da empresa antes de decidir tentar qualquer vaga lá:


"Vixi, ninguém pára naquele lugar!

Para trabalhar lá só se estiver precisando muito mesmo!"


Tenho certeza que você conhece alguém que já passou pela frase acima, talvez você tenha pensado assim ao receber anuncio de vaga em determinada empresa.


Mas se está na liderança o real motivo, por que é que esse cenário não muda?


Podemos identificar milhões de dólares investidos o ano todo em desenvolvimento de líderes, em todo o planeta. Muitos são os esforços e é claro que há excelentes lugares para se trabalhar, porém ainda há muito a ser feito.


Está claro que o modelo atual precisa de profundas mudanças. Este formato focado em resultados e em produtividade já não responde aos anseios e perfil de uma sociedade conectada, informada e onde pessoas talentosas não aceitam serem tratadas como peças de máquinas, como recursos...


Observando este cenário que nasceu a Escutosfera. Colocamos no nome da empresa a principal habilidade de criação de conexões reais e verdadeiras entre as pessoas. Liderar sem saber escutar atentamente é como guiar um veículo sem usar o volante e totalmente no escuro.


Desenhamos um modelo que tem como porquê fundamental:


"Inspirar aqueles que inspiram de modo que estimulem o senso de pertencimento, significado e realização nos ambientes em que convivem"


Para compartilhar nosso modo de agir, fundamentado em um experimento científico valioso, que produzimos nossas ações, cursos, consultoria...


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Imagem Pixabay